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16-07-2010
Serra, o P-P-P-P, é mentiroso mesmo

Por Artur Henrique




Na noite de quinta, 15, respondendo a jornalistas no Rio de Janeiro e também durante minha fala na abertura de ato político com a presença do governador Sérgio Cabral, repeti que o Serra é mesmo mentiroso quando fala que foi autor dos projetos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e do seguro-desemprego.

Serra não é ator. Então, é mentiroso. Prova maior é ele ter dito ontem, numa tentativa de recuar um pouco e torcer para ninguém notar, que não é mais autor, é “co-autor”.

Sobre ter dito que a CUT é pelega, também mente. E incorre num discurso da mais empedernida direita. Serra, com a formação que tem e a experiência política que teve, sabe bem o que é peleguismo e sabe que a CUT não é pelega. Sabe disso inclusive porque fomos nós que enfrentamos durante o governo dele e do FHC diversas tentativas de retirada de direitos dos trabalhadores.

Um dos projetos do Serra/FHC era mexer no artigo 618 da CLT, que flexibilizaria as regras e abriria uma imensa avenida para os patrões extinguirem direitos como férias, por exemplo.

Nesse episódio, eles foram derrotados pela CUT e nossas entidades filiadas, que colocamos mais de um milhão de pessoas nas ruas, em protesto, no dia 21 de março de 2002.

No governo Lula e da ministra Dilma, nenhum direito dos trabalhadores foi retirado. Quando houve uma tentativa patronal para fazê-lo, através da famigerada emenda 3, Lula ouviu nossa reivindicação e vetou a emenda, em 2006. Tempos depois, a bancada patronal no Congresso tentou derrubar o veto e fomos para as ruas de novo, em diversas manifestações, e impedimos o retrocesso.

Parte do atual governo defendia uma reforma da Previdência que retirasse direitos. Fomos contra, pressionamos, e o governo entendeu. Inclusive com o Lula, publicamente, defendendo que o caráter social da Previdência, definido pela Constituição, derruba a tese de que o sistema é deficitário.

O salário mínimo teve uma série histórica de aumentos reais porque a CUT e as centrais foram para as ruas, nas Marchas Nacionais do Salário Mínimo, pressionar a elevação das verbas para esse fim previstas no orçamento da União.

Os trabalhadores e trabalhadoras públicos tiverem seus salários recompostos e carreiras reestruturadas porque a CUT fez greve e mobilização, além de ter sabido construir propostas e negociar. No governo Serra/FHC, o Estado foi desmantelado. No governo Lula, houve abertura de concursos.

Aumentou e muito o número de empregos formais no mercado privado.

Esse breve comparativo já mostra que não dá pra ter dúvida quanto a quem apoiar. Com a Dilma, esses avanços já consolidados permanecem, e acredito que será possível dialogar com seu governo, sensível à pressão popular, em busca de mais conquistas sociais.

Já o Serra é o candidato “P-P-P-P”s: Pedágio-Presídio-Privatização-Porrada nos professores.

Artur Henrique é presidente nacional da CUT


Sobre o autor
Artur Henrique Artur Henrique é Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), formado em Sociologia pela PUC Campinas e originário do SInergiaSP-CUT (Sindicato dos Eletricitários de Campinas).
Comentários para o autor devem ser enviados para presidencia@cut.org.br.

 


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