Os libertadores: General Francisco de Miranda, Simão Bolívar, don Andrés Belho e outros, em suas lutas pela independência da América tinham como aspirações o melhoramento social e político.
Esses melhoramentos eram idealizados através da educação das massas, da formação da moral coletiva, uma participação quase direta do povo na vida pública e estímulos moral para a participação das mulheres, mães e esposas no cotidiano daquela sociedade.
A história das lutas pela libertação de nossa América é realmente primorosa e bela, mais lastimavelmente as escolas e também os meios de comunicação não conhecem essa história e esses valores revolucionários.
Outro problema é que os numerosos meios de que dispõem atualmente os intelectuais e os políticos para influir sobre o povo, são empregados mais para confundi-los que para contribuir com o necessário melhoramento humano; em lugar de educação se dá propaganda. A classe dominante sabe que é mais fácil fazer aceitar uma consigna sensacionalista do que uma idéia de valor moral; que repetir constantemente uma mentira é mais fácil do que submeter problemas públicos de interesse do povo à sua própria analise; que a ideologia enganosa combinada com a força pode acostumar as massas a uma passividade quase absoluta.
Essa é a maior tragédia do mundo contemporâneo, mas apesar de tudo, a intelectualidade, a juventude e especialmente os lutadores do povo devem seguir firmes acreditando nos ideais eternos de solidariedade, justiça e liberdade, preconizados por nossos heróicos libertadores.
Antonio Ibiapino da Silva – dirigente do PT
Dedico este artigo aos jovens e também ao meu amigo Cartacho Arruda, homem de espírito jovem.
Antônio Ibiapino é membro da executiva do PT-Ceará, Secretário de Formação Política.
Portal: www.ptceara.org.br
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